domingo, 3 de janeiro de 2010
sábado, 2 de janeiro de 2010
Em 2010 eu...
Quero realizar todas as coisas que deixei para depois em 2009.
- Quero encontrar o meu cheiro (porque tenho milhões de perfumes em casa e nenhum deles me apaixonou por muito tempo)
- Quero melhorar minha postura.
- Preciso e necessito de uma viagem (que anda sendo planejada)
- Tenho que aplicar o desapego e me livrar das cacaralhadas que vivem sem lugar no meu quarto por um tempo.
- Quero me dedicar aos meu hobbie de scrap e publicar um pouco aqui
- Preciso economizar e aliviar meu cartão.
- Espero encontrar empenho para postar mais no blog
- E também achar o tipo de assunto que mais prefiro falar por aqui...
Por enquanto é isso!
Viva 2010!
sábado, 3 de outubro de 2009
Eu me rendo!
No começo do ano, jurei não cair em tentação a todos os novos programas de Internet. Quando o Twitter surgiu ouvi várias críticas e também elogios, mas prometi não me deixar levar e não fazer. Bom, nos últimos meses recebi um email de uma amiga da minha mãe sobre as '7 ferramentas essênciais para usar o Twitter', em Marketing - que é a área dela, mas que não deixa de ser assunto sobre a minha (futuramente).
Eu não fazia idéia de como ele avançou no mundo, todos os artistas, todos os programas de "tv", todos os mortais (como nós) o possuem. Por isso lá vou eu, me rendo a "ele".
A partir de hoje sou uma "twiteira". Aprendiz e não muito feliz com esse conquista, mas pretendo me adaptar e aprender a usá-lo.
Milhões de beijos.
Vou mergulhar na Física!
Eu não fazia idéia de como ele avançou no mundo, todos os artistas, todos os programas de "tv", todos os mortais (como nós) o possuem. Por isso lá vou eu, me rendo a "ele".
A partir de hoje sou uma "twiteira". Aprendiz e não muito feliz com esse conquista, mas pretendo me adaptar e aprender a usá-lo.
Milhões de beijos.
Vou mergulhar na Física!
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
A mente, não mente!
Texto retirado de um email de recebi hoje cedo.
O incrível poder da mente! Treine a sua! Mude seus hábitos simples como, escovas os dentes do a outra mão, segurar o garfo com a mão que não de costume, dormir do outro lado da cama, colocar a camiseta antes da calça (ou ao contrário dependo do seu hábito), coisas básicas e que não são difíceis de se habituar!
Beijos, curtam o texto é comprido mas é interessante!
"O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... você começará a perdera noção do tempo.
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea. Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: Nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.
Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiências duplicadas.
Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo. Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência). Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa...São apagados de sua noção de passagem do tempo...Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir-as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações...enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a...ROTINA
Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) --- Eu não tenho mas ouço falar que é bem assim... e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente. Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes. Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes. Seja diferente. Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... em outras palavras:
V-I-V-A!!!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo. E se tiver a sorte de estar casado com alguém disposto a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.
Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é? Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade,emoção, rituais e vida!"
O incrível poder da mente! Treine a sua! Mude seus hábitos simples como, escovas os dentes do a outra mão, segurar o garfo com a mão que não de costume, dormir do outro lado da cama, colocar a camiseta antes da calça (ou ao contrário dependo do seu hábito), coisas básicas e que não são difíceis de se habituar!
Beijos, curtam o texto é comprido mas é interessante!
"O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... você começará a perdera noção do tempo.
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea. Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: Nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.
Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiências duplicadas.
Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo. Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência). Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa...São apagados de sua noção de passagem do tempo...Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir-as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações...enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a...ROTINA
Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) --- Eu não tenho mas ouço falar que é bem assim... e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente. Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes. Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes. Seja diferente. Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... em outras palavras:
V-I-V-A!!!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo. E se tiver a sorte de estar casado com alguém disposto a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.
Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é? Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade,emoção, rituais e vida!"
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Clichê - Pra quê?
Para deixar de ser, talvez seja melhor começar a mudar seus/nossos hábitos!
Li recentemente uma matéria que falava exatamente sobre isso, como podemos ser tão acostumados a usar todas as frases clichês que nos foram ditas, ou ensinadas?
O segredo é que os lugares-comuns (como eram mencionados) são confortáveis, dizem o que queremos expressar mas sem gerar reação alguma nas pessoas que ouvem, elas simplesmente entendem, isso não as deixam felizes nem tristes, é o puro estado de inércia.
É mais fácil usar o que pertence a alguém, é mais simples e sairá correto.
O medo de errar traz à tona todos os clichês, é como começar pelo mais leve, ir pelo caminho mais curto, o resultado será o mesmo mas não se terá arriscado. E eu, pessoalmente, acredito que o risco abre mais portas, o risco é vistoso aos olhos de quem tem o poder, alguém que escolhe por um entre milhões de candidatos, por exemplo.
É um hábito, eu concordo, não é feio nem errado, mas é velho, é palavra-morta (comentou a escritora).
É possível mudá-lo, todos somos capazes de formular nossas próprias frases de efeito.
Elas serão mais bonitas, terão a sua "cara" e todo o mundo concordará contigo porque te entenderá.
Tire-os da sua vida pouco a pouco, recicle seu vocabulário, entre em extinção, seja único!
PS.: O Enem está chegando, estou me preparando psicologicamente, o que será que vem pela frente?!
Desejo-me boa sorte!
Bom final de semana. Domingo comemorarei o b-day do Chris (meu namo), parabéns anjo.
Tudo de bom meu amor.
Love, peace, H.
Li recentemente uma matéria que falava exatamente sobre isso, como podemos ser tão acostumados a usar todas as frases clichês que nos foram ditas, ou ensinadas?
O segredo é que os lugares-comuns (como eram mencionados) são confortáveis, dizem o que queremos expressar mas sem gerar reação alguma nas pessoas que ouvem, elas simplesmente entendem, isso não as deixam felizes nem tristes, é o puro estado de inércia.
É mais fácil usar o que pertence a alguém, é mais simples e sairá correto.
O medo de errar traz à tona todos os clichês, é como começar pelo mais leve, ir pelo caminho mais curto, o resultado será o mesmo mas não se terá arriscado. E eu, pessoalmente, acredito que o risco abre mais portas, o risco é vistoso aos olhos de quem tem o poder, alguém que escolhe por um entre milhões de candidatos, por exemplo.
É um hábito, eu concordo, não é feio nem errado, mas é velho, é palavra-morta (comentou a escritora).
É possível mudá-lo, todos somos capazes de formular nossas próprias frases de efeito.
Elas serão mais bonitas, terão a sua "cara" e todo o mundo concordará contigo porque te entenderá.
Tire-os da sua vida pouco a pouco, recicle seu vocabulário, entre em extinção, seja único!
PS.: O Enem está chegando, estou me preparando psicologicamente, o que será que vem pela frente?!
Desejo-me boa sorte!
Bom final de semana. Domingo comemorarei o b-day do Chris (meu namo), parabéns anjo.
Tudo de bom meu amor.
Love, peace, H.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Para começar com o pé direito
sábado, 29 de agosto de 2009
Me surpreendi,
hoje mesmo com um post de uma companheira muito querida.
Amiga de todos os dias, uma pessoa -- que sem mais palavras, eu simplesmente conheço. Sei dizer quando algo a incomoda, sei diferenciar seus sorrisos e seus choros. Ela comentou que achava ter perdido o seu brilho, que não encontrava ultimamente inspirações. Percebeu que quando éramos menores, tudo fluía mais fácil. Éramos mais filosofas. Mas eu acho que não é bem assim.
Decidi respondê-la por aqui, tenho muito a te dizer, amiga, e espero que entendas.
Digo com toda minha convicção que nunca perdeste teu brilho, és apenas diferente, tens apenas diferentes objectivos.
Tua motivação agora é de um adulto, teus sentimentos agora não são abstractos. Tens quem tu amas, e pertences a essa pessoa -- de corpo e alma.
És diferentemente madura, jovem mas adulta. Não perdeste nada, apenas a doçura da infância, não a doçura do ser. Deixaste para trás brigas incalculavelmente imaturas e tens agora motivos reais para se chatear. Imagino que nossa pré adolescência tenha sido um pré-conceito do que nos tornaríamos agora. És, e somos, mulheres, que buscam inspirações em diferentes lugares.
Era fácil ser poeta em uma época de mudanças. Era fácil chorar pela perda de um amor novo.
O que nos rodeia agora é a difícil busca de saber o que pensar, de decidir o que seremos daqui a 25 anos. Nosso momento não é fácil, mas te digo uma coisa, com uma certeza mais que absoluta: ---- "Somos pré-vestibulandos, somos o futuro da nossa geração e das próximas também, vivemos constantemente ao lado da dúvida e da certeza. Esse é o nosso papel durante esse ano, essa é a nossa inspiração. Esse é o nosso brilho."
Portanto não te preocupes, nós, sabemos mais do que ninguém que o brilho aumentará, assim que o ano acabar e agente (queira Deus) passar no vestibular. Terminando mais uma etapa, a de força e de cansaço, de luta atrás de nossos objectivos.
Espero que sejamos eternas, que tenhas muito sucesso e muitas alegrias, pois tudo que vivemos, tudo que fazemos, terá um dia a sua devida consequência, e ela será boa. Ela tem que ser.
Tenho uma frase para relembrar os velhos tempos e te fazer não esquecer dos novos:
"Quando eu estiver triste. simplesmente me abrace.
E quando eu estiver louco. subitamente se afaste.
Quando eu estiver bobo, sutilmente disfarce...
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate,
não dentro de ti"
Um beijo e um queijo.
Amiga de todos os dias, uma pessoa -- que sem mais palavras, eu simplesmente conheço. Sei dizer quando algo a incomoda, sei diferenciar seus sorrisos e seus choros. Ela comentou que achava ter perdido o seu brilho, que não encontrava ultimamente inspirações. Percebeu que quando éramos menores, tudo fluía mais fácil. Éramos mais filosofas. Mas eu acho que não é bem assim.
Decidi respondê-la por aqui, tenho muito a te dizer, amiga, e espero que entendas.
Digo com toda minha convicção que nunca perdeste teu brilho, és apenas diferente, tens apenas diferentes objectivos.
Tua motivação agora é de um adulto, teus sentimentos agora não são abstractos. Tens quem tu amas, e pertences a essa pessoa -- de corpo e alma.
És diferentemente madura, jovem mas adulta. Não perdeste nada, apenas a doçura da infância, não a doçura do ser. Deixaste para trás brigas incalculavelmente imaturas e tens agora motivos reais para se chatear. Imagino que nossa pré adolescência tenha sido um pré-conceito do que nos tornaríamos agora. És, e somos, mulheres, que buscam inspirações em diferentes lugares.
Era fácil ser poeta em uma época de mudanças. Era fácil chorar pela perda de um amor novo.
O que nos rodeia agora é a difícil busca de saber o que pensar, de decidir o que seremos daqui a 25 anos. Nosso momento não é fácil, mas te digo uma coisa, com uma certeza mais que absoluta: ---- "Somos pré-vestibulandos, somos o futuro da nossa geração e das próximas também, vivemos constantemente ao lado da dúvida e da certeza. Esse é o nosso papel durante esse ano, essa é a nossa inspiração. Esse é o nosso brilho."
Portanto não te preocupes, nós, sabemos mais do que ninguém que o brilho aumentará, assim que o ano acabar e agente (queira Deus) passar no vestibular. Terminando mais uma etapa, a de força e de cansaço, de luta atrás de nossos objectivos.
Espero que sejamos eternas, que tenhas muito sucesso e muitas alegrias, pois tudo que vivemos, tudo que fazemos, terá um dia a sua devida consequência, e ela será boa. Ela tem que ser.
Tenho uma frase para relembrar os velhos tempos e te fazer não esquecer dos novos:
"Quando eu estiver triste. simplesmente me abrace.
E quando eu estiver louco. subitamente se afaste.
Quando eu estiver bobo, sutilmente disfarce...
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate,
não dentro de ti"
Um beijo e um queijo.
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